Pouco mais de um ano atrás, os diretores Lee Groberg e Mark Goodman foram inspirados para relançar o docudrama da PBS de 1999 – Joseph Smith: Profeta Americano. Mas, depois de receber o sinal verde da WETA (a principal estação de radiodifusão pública localizada em Washington, D.C.), Groberg e Goodman descobriram que o filme de 16 mm original estava desaparecido.

“Achamos que um anjo deve ter levado o filme porque nos forçou a refazê-lo”, Groberg disse com um sorriso.

O filme de 86 minutos mantém a voz do vencedor do Oscar, o ator Gregory Peck, mas incorpora informações atualizadas e as últimas entrevistas com eruditos religiosos que estudaram a vida de Joseph Smith.

“Nossos estudiosos selecionados tinham coisas incríveis a declarar. Com a ajuda dos projetos ‘Rough Stone Rolling’ e ‘Joseph Smith Papers’, temos resultados de estudos muito esclarecedores”, Groberg disse. “É uma bênção para nós ter acesso a isso”.

Nova Versão

A nova versão inclui comentários do professor da Universidade de Columbia, Richard L. Bushman; o editor do projeto Joseph Smith Papers, Ronald K. Esplin; Laurel Thatcher Ulrich, da Universidade de Harvard; Laurie F. Maffly-Kipp, da Universidade de Washington; o falecido Robert V. Remini, da Universidade de Illinois em Chicago; Richard T. Hughes; John G. Turner da Universidade George Mason; e Richard E. Turley Jr., diretor de Assuntos Públicos da Igreja SUD e ex-historiador assistente da Igreja. Uma mistura de historiadores crentes e imparciais dão a transparência adequada do filme e contribuem para a credibilidade da história.

O documentário da PBS retrata cenas de Joseph Smith traduzindo o Livro de Mórmon usando a pedra de vidente colocada dentro de um chapéu para bloquear a luz solar, sendo coberto de piche e penas pela turba, falando com Emma sobre a poligamia e sendo martirizado na Cadeia de Carthage.

“Esta não é a versão da história de Joseph Smith que vemos na escola dominical”, Goodman disse a uma plateia de teatro lotada na Jordan Commons na sexta-feira passada. “Por causa do fato de o projeto ter sido feito pelo canal de TV PBS, temos que ser equilibrados. Muitos dirão que não acreditam e outros que acreditam. Tivemos o cuidado de contar a história história de maneira equilibrada, precisa e justa.”

Versão Original do Documentário sobre Joseph Smith

O documentário original continha entrevistas com o Élder Dallin H. Oaks e o Élder M. Russell Ballard, do Quórum dos Doze. O Élder Oaks, co-autor do livro “A Conspiração de Carthage: O Julgamento dos Acusados de Assassinar Joseph Smith” (1979), comentou sobre as circunstâncias de Smith no filme, dizendo:

“Ele era um homem sem qualquer experiência política ou administrativa. Ele não tinha dinheiro. Ele lutou para sustentar a família por toda a vida. Ele não tinha experiência em liderança nem em como fazer alguém crer que ele seria capaz de fundar uma igreja, estabelecer um fundamento doutrinário, reunir pessoas notáveis para ser líderes nessa igreja, enviar missionários para diferentes partes do mundo e levar a Igreja de um lugar para um outro sob intensa perseguição.”

Produção

A produção para o novo documentário precisou de 40 dias de filmagem, 70 membros do elenco, 275 figurantes, extras e pessoal de apoio, juntamente com 55 membros da equipe principal. Eles compilaram 34 horas de filmagens, incluindo 12 horas de entrevistas, antes de editar e resultar nos 86 minutos, de acordo com Goodman.

Joseph Smith e Emma Smith são interpretados pelos atores John Foss e Anna Daines. Os dois já haviam trabalhado juntos em um filme SUD que é exibido no Local da Restauração do Sacerdócio em Oakland Township, Pensilvânia.

A KBYU exibiu o programa no domingo, 1 de outubro: na segunda-feira, 6 de novembro; no domingo, 12 de novembro; e no domingo, 3 de dezembro. Verifique sua programação local para mais reapresentações.

Escrito por Gabriella Loosle e traduzido por Luciana Fiallo Alves

Fonte: mormonhub.com

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